de: Babi Rodrigues
para: Filipe Moura
data: 27/03/2007, 16:48
enviado por: gmail.com
Em um mundo fantástico, onde não existem bens materiais, onde músicas que passeiam em todos os estados de ânimo dão ritmo à vida, existem personagens bastante incomuns, mas que com certeza poderiam ser encontrados numa estação de metrô qualquer. O matemático é um personagem. Já diziam por aí: "A razão é como uma equação de matemática, tira a prática de sermos um pouco mais de nós"; devo frisar a incompetência desse matemático em não conseguir ser racional e sendo assim "um pouco mais de nós". Acho até que posso arriscar a ousadia de dizer que todos os seus atos e "des-atos" se baseiam em seus sentidos e sentimentos. Tenho certeza que esse matemático é um homem que não precisaria perder a visão pra dar valor aos outros sentidos. O seu toque tem a suavidade de um tecido de veludo, a toca ora como a criatura mais preciosa, ora como se fosse a criatura mais desejada. A cheira como se fosse a flor mais rara e a sente como a propriedade mais saborosa. Acho que ouvir (além de falar) é uma das coisas que faz melhor, ouve com interesse, acrescenta algo e sempre guarda algo do que ouviu para uma ocasião futura. A forma como encara seus sonhos, seus planos, e como consegue ver - mesmo sem ter vivido - suas futuras aventuras, encanta a qualquer um, ao menos encanta a menina. Essa mesma menina que desfruta dos seus sentidos e de seus sentimentos - as vezes não da forma correta - mas ninguém poderia negar a sensibilidade com que os sente. Às vezes esse matemático não percebe o sentimento de admiração e animação que a menina sente sempre que ouve suas histórias, seus planos, seus sonhos tão fantasiosos mas ao mesmo tempo pra ela tão simples. É triste esse matemático não saber o sentimento de carinho que a menina sente sempre que as cifras de uma tal música passa por ela, aquela música que dizem que virou um beijo.
Só saudades...
7 horas atrás

Nossa babi! que lindo!
Que amor lindo!
Bjos com saudades minha linda!